{"id":101366,"date":"2026-05-20T22:40:59","date_gmt":"2026-05-21T01:40:59","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/?p=86098"},"modified":"2026-09-05T22:08:31","modified_gmt":"2026-09-06T01:08:31","slug":"audiencia-publica-na-assembleia-amplia-debate-sobre-a-nova-fabrica-de-celulose","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/novo.jornalja.com.br\/noticiario\/audiencia-publica-na-assembleia-amplia-debate-sobre-a-nova-fabrica-de-celulose\/","title":{"rendered":"Audi\u00eancia p\u00fablica na Assembleia amplia debate sobre a nova f\u00e1brica de celulose"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">N\u00e3o cabiam mais de 40 pessoas na pequena sala do 4\u00b0 andar onde se realizou, nesta quarta-feira, a Audi\u00eancia P\u00fablica que a Comiss\u00e3o de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa do RS convocou para discutir os impactos sociais e ambientais da nova megaf\u00e1brica de celulose da CMPC &#8211; empreendimento de R$ 25 bilh\u00f5es, o &#8220;maior da hist\u00f3ria do Rio Grande do Sul&#8221;, segundo a imprensa.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mais de cem pessoas, inclusive jornalistas, tiveram que assistir pelo tel\u00e3o no lado de fora. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A Fepam, \u00f3rg\u00e3o do governo do Estado respons\u00e1vel pela an\u00e1lise do Estudo de Impacto Ambiental (EIA) do empreendimento, n\u00e3o enviou representantes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O diretor de Infraestrutura da CMPC, Otemar Alencastro, apresentou um resumo do projeto, j\u00e1 rebatendo as principais cr\u00edticas dos ambientalistas. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Disse que a empresa realizou at\u00e9 agora 33 reuni\u00f5es para debater as quatro mil p\u00e1ginas do EIA da futura f\u00e1brica, e que continua ouvindo as demandas das comunidades ind\u00edgenas da regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O risco de polui\u00e7\u00e3o da \u00e1gua do Guaiba com compostos qu\u00edmicos altamente nocivos, como dioxinas e furanos, apontado por especialistas,  foi minimizado por Alencastro.   Segundo ele, os efluentes resultantes do processo produtivos ser\u00e3o devolvidos  ao rio depois de rigoroso tratamento e sem  riscos de contamina\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" data-id=\"101393\" src=\"https:\/\/novo.jornalja.com.br\/noticiario\/geral\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2026\/05\/audiencia-publica-celulose-na-al4-20052026-900x506.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-101393\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">N\u00fameros apresentados  pelo diretor da empresa<\/figcaption><\/figure>\n<\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Alencastro afirmou que o empreendimento foi concebido com premissas de sustentabilidade, incluindo reciclagem da \u00e1gua, manejo de res\u00edduos s\u00f3lidos, redu\u00e7\u00e3o de combust\u00edveis f\u00f3sseis, branqueamento ECF, redu\u00e7\u00e3o do consumo de produtos qu\u00edmicos e tratamento de efluentes.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Conforme o diretor, \u201cestudos ambientais consideraram diferentes condi\u00e7\u00f5es clim\u00e1ticas, incluindo cen\u00e1rios cr\u00edticos de cheias e estiagens, a partir de modelos de dispers\u00e3o no Gua\u00edba\u201d. <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"512\" src=\"https:\/\/novo.jornalja.com.br\/noticiario\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2026\/05\/55282782326-f535cd6814-k-768x512-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-101386\" srcset=\"https:\/\/novo.jornalja.com.br\/noticiario\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2026\/05\/55282782326-f535cd6814-k-768x512-1.jpg 768w, https:\/\/novo.jornalja.com.br\/noticiario\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2026\/05\/55282782326-f535cd6814-k-768x512-1-300x200.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Diretor Otemar Alencastro, da CMPC Celulose. Foto Divulga\u00e7\u00e3o ALRS<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O executivo afirmou que a f\u00e1brica estar\u00e1 localizada a cerca de dez quil\u00f4metros do centro urbano, sem impacto direto para os moradores, portanto. Quanto aos impactos econ\u00f4micos do empreendimento, ele ressaltou que s\u00f3 em Barra do Ribeiro haver\u00e1 um incremento de 300% na arrecada\u00e7\u00e3o do munic\u00edpio\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O bi\u00f3logo e professor da Universidade Federal (Ufrgs), Paulo Brack, chamou aten\u00e7\u00e3o para o volume de \u00e1gua utilizada no processo de produ\u00e7\u00e3o da celulose: 288 milh\u00f5es de litros por dia, volume maior do que o consumo di\u00e1rio de toda a popula\u00e7\u00e3o de Porto Alegre.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Desse total captado, a f\u00e1brica devolve ao Guaiba 242 milh\u00f5es de litros por dia, volume maior do que a \u00e1gua servida que popula\u00e7\u00e3o devolve ao rio a cada dia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Segundo Brack, que tamb\u00e9m representa o Instituto Ga\u00facho de Estudos Ambientais (InG\u00e1) no Conselho Estadual do Meio Ambiente do RS, muitos compostos qu\u00edmicos s\u00e3o persistentes, como organoclorados utilizados para o branqueamento da celulose. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O professor lembrou que h\u00e1 uma cadeia alimentar que depende da \u00e1gua do Gua\u00edba. \u201cTemos 7.078 pescadores relacionados pelo Minist\u00e9rio da Pesca e isso d\u00e1 mais que os 2.300 que a empresa garante que ter\u00e3o emprego ap\u00f3s a conclus\u00e3o da obra. Ent\u00e3o esses efluentes podem comprometer n\u00e3o s\u00f3 a pesca como tamb\u00e9m todos os balne\u00e1rios da Costa Doce\u201d, disse.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A engenheira qu\u00edmica Alda Maria de Oliveira, ex-analista ambiental da Fepam, disse que &#8220;\u00e9 preocupante&#8221; a quest\u00e3o desses poluentes. Os pr\u00f3prios n\u00fameros da empresa indicam a emiss\u00e3o de diversos compostos na \u00e1gua.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-ambiente-j wp-block-embed-ambiente-j\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\nhttps:\/\/novo.jornalja.com.br\/noticiario\/ambiente\/carga-toxica-no-guaiba-vai-dobrar-com-nova-fabrica-de-celulose-alerta-ambientalista\/\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"> Alda alertou para os impactos acumulados por mais de 50 anos de funcionamento de f\u00e1bricas de celulose sobre o rio. De acordo com a engenheira, os impactos atingem tanto a qualidade da \u00e1gua quanto os peixes consumidos pela popula\u00e7\u00e3o. \u201cOs efeitos recaem sobre o fluxo ambiental e tamb\u00e9m sobre a vida humana\u201d, destacou.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"737\" height=\"708\" src=\"https:\/\/novo.jornalja.com.br\/noticiario\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2026\/05\/whatsapp-image-2026-05-20-at-113438.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-86108\" srcset=\"https:\/\/novo.jornalja.com.br\/noticiario\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2026\/05\/whatsapp-image-2026-05-20-at-113438.jpeg 737w, https:\/\/novo.jornalja.com.br\/noticiario\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2026\/05\/whatsapp-image-2026-05-20-at-113438-300x288.jpeg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 737px) 100vw, 737px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Bi\u00f3logo Paulo Brack e a engenheira qu\u00edmica Alda Oliveira. Foto Divulga\u00e7\u00e3o ALRS<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Arnildo Wer\u00e1, coordenador estadual da Comiss\u00e3o Guarani Yvyrupa, destacou que a Conven\u00e7\u00e3o 169 da OIT garante o direito \u00e0 consulta livre, pr\u00e9via e informada sempre que medidas ou empreendimentos afetarem os povos ind\u00edgenas. Esse direito n\u00e3o \u00e9 favor, nem burocracia: \u00e9 uma obriga\u00e7\u00e3o do Estado e das empresas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A lideran\u00e7a denunciou que as comunidades Guarani n\u00e3o foram devidamente consultadas sobre os impactos da instala\u00e7\u00e3o da CMPC em seus territ\u00f3rios tradicionais.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"> &#8220;Ignorar esse processo \u00e9 violar direitos internacionais, a Constitui\u00e7\u00e3o brasileira e a autodetermina\u00e7\u00e3o dos povos ind\u00edgenas. N\u00e3o existe desenvolvimento quando h\u00e1 destrui\u00e7\u00e3o de territ\u00f3rios, silenciamento de comunidades e viola\u00e7\u00e3o de direitos. O povo Guarani exige respeito, escuta e participa nas decis\u00f5es que afetam seu presente e seu futuro&#8221;, ressaltou. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Da organiza\u00e7\u00e3o Amigas da Terra, o engenheiro ambiental Eduardo Raguse afirmou que a empresa j\u00e1 descumpre um dos itens de adequa\u00e7\u00e3o da licen\u00e7a de opera\u00e7\u00e3o relacionado ao controle de odores que causam \u201cdesconforto olfativo\u201d \u00e0 popula\u00e7\u00e3o. Raguse relatou impactos sobre a popula\u00e7\u00e3o local, incluindo registros de mal-estar entre alunos e professores da Col\u00e9gio Estadual Augusto Meyer. Tamb\u00e9m alertou para o que classificou como \u201calto risco de acidentes\u201d, mencionando avalia\u00e7\u00f5es realizadas pela Fepam nas opera\u00e7\u00f5es da CMPC.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"548\" src=\"https:\/\/novo.jornalja.com.br\/noticiario\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2026\/05\/whatsapp-image-2026-05-20-at-120838-1024x548.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-86110\" srcset=\"https:\/\/novo.jornalja.com.br\/noticiario\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2026\/05\/whatsapp-image-2026-05-20-at-120838-1024x548.jpeg 1024w, https:\/\/novo.jornalja.com.br\/noticiario\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2026\/05\/whatsapp-image-2026-05-20-at-120838-300x161.jpeg 300w, https:\/\/novo.jornalja.com.br\/noticiario\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2026\/05\/whatsapp-image-2026-05-20-at-120838-768x411.jpeg 768w, https:\/\/novo.jornalja.com.br\/noticiario\/wp-content\/uploads\/sites\/2\/2026\/05\/whatsapp-image-2026-05-20-at-120838.jpeg 1042w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Ind\u00edgena Arnildo Wer\u00e1 e o engenheiro ambiental Eduardo Raguse<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Doutor em Ci\u00eancias na \u00e1rea de Ecologia de Paisagem e professor da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), Rualdo Menegat, alertou sobre os impactos socioambientais. \u201cSer\u00e1 necess\u00e1ria uma estrada de 1.100 km de caminh\u00f5es que trar\u00e3o insumos qu\u00edmicos por ano. Al\u00e9m disso, haver\u00e1 tamb\u00e9m tr\u00e2nsito de 273 mil caminh\u00f5es por ano junto como tamb\u00e9m aqueles que trar\u00e3o os lenhos, cerca de 6 mil \u00f4nibus, 29 mil carros, 29 mil motocicletas, ou seja, ser\u00e3o consumidos milh\u00f5es de litros de diesel com as devidas emiss\u00f5es de CO2\u201d, comparou Menegat.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-wp-embed is-provider-ambiente-j wp-block-embed-ambiente-j\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\nhttps:\/\/novo.jornalja.com.br\/noticiario\/ambiente\/biologa-aponta-falhas-tecnicas-no-estudo-de-impacto-ambiental-da-nova-fabrica-de-celulose-em-barra-do-ribeiro\/\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A deputada Sofia Cavedon lamentou que seja classificado de \u201cgrenaliza\u00e7\u00e3o\u201d o necess\u00e1rio debate ambiental e criticou a desqualifica\u00e7\u00e3o de ambientalistas e pesquisadores que alertam para os impactos do empreendimento. Segundo Sofia, \u201cos ambientalistas alertam sobre o que pode acontecer e a gente v\u00ea v\u00e1rios qualificativos agressivos usados contra eles. Como se fossemos eco chatos e contra o desenvolvimento, como se estes alertas n\u00e3o tivessem valor cient\u00edfico. Essas pessoas estudam pensam sobre o assunto e quem defende desenvolvimento econ\u00f4mico precisa considerar de forma t\u00e9cnica o impacto ambiental\u201d.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">\u201cO Gua\u00edba n\u00e3o pode ser ainda mais polu\u00eddo, ponto final. O Gua\u00edba j\u00e1 est\u00e1 contaminado, e estamos falando de uma quantidade de \u00e1gua equivalente ao consumo de toda Porto Alegre que ser\u00e1 utilizada pela CMPC. Porto Alegre tamb\u00e9m precisa ser consultada sobre esta nova planta, porque sofrer\u00e1 os impactos\u201d, argumentou.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Sofia tamb\u00e9m criticou o modelo de expans\u00e3o baseado no cultivo de eucalipto. Segundo ela, \u201cn\u00e3o se trata de preserva\u00e7\u00e3o, mas de uma monocultura predat\u00f3ria\u201d. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">**Com informa\u00e7\u00f5es das assessorias partid\u00e1rias<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>N\u00e3o cabiam mais de 40 pessoas na pequena sala do 4\u00b0 andar onde se realizou, nesta quarta-feira, a Audi\u00eancia P\u00fablica que a Comiss\u00e3o de Meio Ambiente da Assembleia Legislativa do RS convocou para discutir os impactos sociais e ambientais da nova megaf\u00e1brica de celulose da CMPC &#8211; empreendimento de R$ 25 bilh\u00f5es, o &#8220;maior da [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":101367,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-101366","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/novo.jornalja.com.br\/noticiario\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/101366","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/novo.jornalja.com.br\/noticiario\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/novo.jornalja.com.br\/noticiario\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/novo.jornalja.com.br\/noticiario\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/novo.jornalja.com.br\/noticiario\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=101366"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/novo.jornalja.com.br\/noticiario\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/101366\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":102035,"href":"https:\/\/novo.jornalja.com.br\/noticiario\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/101366\/revisions\/102035"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/novo.jornalja.com.br\/noticiario\/wp-json\/wp\/v2\/media\/101367"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/novo.jornalja.com.br\/noticiario\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=101366"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/novo.jornalja.com.br\/noticiario\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=101366"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/novo.jornalja.com.br\/noticiario\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=101366"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}